Artigo:
Review
( fevereiro de 2010)
Autor: Davey Winder
Pesquisas recentes sobre redes sociais móveis sugerem que elas estão decolando, mas apenas na geração mais nova. Então, que fatores estão dificultando uma adesão mais ampla?
Tanto o uso de telefone celular quanto a participação em tecnologia social foram
abraçados pela "Generation Next", a primeira onda de consumidores totalmente
imersa na cultura do telefone celular e a realmente adotar as redes sociais e
aplicações. Junte os dois e o resultado é uma revolução na computação social.
Mas qual é a situação atual do jogo nesse espaço emergente? A política de
tecnologia está entravando o progresso? E quais aplicações estão promovendo o
progresso?
De acordo com o relatório "Futuro do smartphone 2010-2014", da Portio Research, os smartphones representaram 13,8% do número total de aparelhos celulares vendidos em 2009. A previsão é que esse número suba para 24,9% até o final de 2014, com enormes expectativas de crescimento para mercados emergentes como a Índia e a Nigéria. Esse setor em franca expansão no mercado está tendo um efeito dominó na adesão à computação social, com consumidores ávidos por absorver a cultura das redes sociais e compartilhamento de mídia através de seus aparelhos celulares de ponta.
De fato, a ComScore estima que, de 1,1 bilhão de pessoas que usam ativamente a internet no mundo inteiro, 738 milhões sejam usuários regulares de sites de relacionamento social – ou seja, 67%. Se acrescentarmos os usuários frequentes de outras atividades de computação social, como blog, o número sobe para 76%. Cerca de 42% do tempo dos consumidores on-line é gasto hoje no uso de serviços de rede social, mas é a metodologia de acesso on-line que é o mais interessante de tudo.
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